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| Foto: Lula Marques/Agência PT (01/06/2016) Fotos Públicas |
O presidente
provisório Michel Temer, como já se viu, é um mal administrador, mas vem se
superando a cada dia. Ao avalizar ontem (02/06) a aprovação do reajuste federal e do Judiciário, Temer deu um gás na sua má performance e
confirmou ser também um péssimo jogador: marcou mais um gol contra o Brasil.
O interino da
república voltou a se contradizer rasgando seu discurso reformista e
descarrilando o trem conduzido por Henrique Meireles que assumiu o Ministério
da Fazenda sob a promessa de que recolocaria a economia nos trilhos.
Valor total da
travessura? Entre R$ 58 e R$ 100 bilhões nos próximos quatro anos. O teto de
reajuste para o funcionalismo passou para R$ 39.293,00.
Michel não tá nem ai
pro Brasil. Daqui há quatro anos estará no esquecimento mesmo. Boi
sonso é o que arromba o curral, já dizia a vovó.
Para o país, as
consequências serão temerescas. Outra vez quem vai pagar o pato não é a Fiesp,
mas o povo. Principalmente os mais pobres.
Enquanto os deputados
e os senadores - reféns da Lava Jato e rendidos aos caprichos do interino que
quer se tornar definitivo - abençoam as maldades econômicas de Michel, o
corporativismo deita e rola.
Isso porque a reforma
da previdência e as mudanças no reajuste do salário mínimo ainda nem entraram verdadeiramente
na ordem do dia.
O realismo fantástico
de Temer e de seu governo provisório subvertem a realidade fiscal do país.
Reforma tributária e política para valer nem pensar. Fora de cogitação.
A cara de pau dos
congressistas é tanta que os irresponsáveis aprovaram o rombo nas contas do
país no mesmo dia em que a imprensa fez alardes sobre o recuo do Produto
Interno Bruto.
Inconsequentes!
Juntam-se as
comadres, revelam-se as verdades.
Deixa estar, seus
bola fora!

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